proton@protonsistemas.com.br

+55 75 2101 3744

PortuguêsEspañol
Top

Tendências tecnológicas que incrementam a experiência de compra no varejo

Por Mauricio Reale – Gerente de Tecnologia da Próton Sistemas

Tendências tecnológicas que incrementam a experiência de compra no varejo

A tecnologia tem desempenhado um papel cada vez mais significativo nas operações de varejo nos últimos anos. Tendo sido empregada inicialmente como um recurso para viabilizar a infraestrutura sobre a qual estão montados os processos empresariais, seu uso se expandiu para além das fronteiras das lojas físicas, com ferramentas criadas para alcançar os clientes em qualquer lugar – o que trouxe novos paradigmas, como o e-commerce. Contudo, ao longo dos anos tem-se observado que a disponibilidade universal dessas ferramentas já não é suficiente para enfrentar a concorrência e ao mesmo tempo atender as necessidades do consumidor moderno, o que exige o desenvolvimento de uma nova geração de soluções para o varejo.

Nesse cenário dinâmico e altamente competitivo, o foco é aprimorar a experiência de compra. Na prática isso significa o emprego de tecnologias elaboradas para influenciar de forma positiva a percepção do consumidor ao interagir com a loja, desde a pesquisa de um produto desejado até o pós-venda. Uma boa experiência de compra será determinante para que o cliente retorne novamente ou indique a loja a seus amigos, contribuindo para o fortalecimento da marca e aumento do faturamento.

Os varejistas devem estar atentos a essas tendências inovadoras e por isso selecionamos três tecnologias disponíveis no mercado que tem se destacado ao revolucionar a experiência de compra.

1-Omnichannel

A popularização das tecnologias digitais, dispositivos móveis e mídias sociais trouxe mudanças significativas nos hábitos de consumo e oportunidades para os varejistas em relação ao design de suas estratégias de produto e marketing. Nesse cenário, a proposta do Omnichannel (omni = todos) é integrar de forma transparente os canais de vendas físicos e virtuais, focando em proporcionar uma experiência de consumo uniforme e personalizada. Por exemplo, em caso de desistência um produto comprado em uma loja virtual (web, app, central telefônica, catálogo, etc.) pode ser trocado em uma loja física. De maneira semelhante, promoções e descontos concedidos em uma loja física poderão utilizados nas compras online e os dados do cliente coletados em um canal poderão ser compartilhados pelos demais. Na prática, o consumidor torna-se o “centro” desse universo, podendo optar pelo canal que lhe for mais conveniente a cada momento. Esta convergência da experiência de compra se traduz em maior fidelização e engajamento, pois o cliente é atendido da mesma forma em qualquer interação. Para atingir o potencial do Omnichannel, os varejistas devem investir na padronização dos canais de venda e integração tecnológica dos sistemas, criando assim uma plataforma unificada para a operação e gestão do negócio. Naturalmente, essa integração não se limita apenas aos dados, mas pode incluir os fluxos operacionais, processos logísticos e branding (marca) dos canais de venda – tudo com o propósito de fazer o cliente se sentir em casa, não importa onde esteja. Um cliente feliz certamente trará novos clientes.

2-Big Data

No contexto das operações de varejo, Big Data (literalmente, “grandes dados”) significa obtenção de conhecimento estratégico sobre os hábitos de consumo e preferências dos clientes, além de recomendações sobre seu histórico de compras de modo a proporcionar experiências mais personalizadas e atrair novos clientes. Trata-se de uma das tendências mais importantes do varejo pois proporciona insights em tempo real que de outra maneira não poderiam ser obtidos.

As ferramentas tecnológicas de Big Data operam vasculhando as enormes bases de dados geradas pela empresa a partir das suas interações com clientes nos canais de venda, redes sociais e programas de fidelidade. Esses dados, aparentemente sem conexão visível, podem revelar padrões, tendências e associações importantes relacionadas ao comportamento, gênero, perfil econômico, hábitos e desejos dos consumidores, evidenciados através das suas atividades de compra. Diversas variáveis tais como localização geográfica, volume, velocidade e variedade são consideradas na montagem do resultado final na forma de relatórios, gráficos ou recomendações que são enviadas diretamente ao consumidor. O conhecimento gerado pelo Big Data proporciona a tomada de decisões de negócios mais assertivas e permite encantar os clientes com uma experiência de compra personalizada, através de ofertas que estejam mais de acordo com os seus interesses e expectativas. Se conhecimento é poder, o Big Data veio para ficar.

3-Self-Checkout

Não importa o lugar do mundo, as filas geram perda de tempo e sempre foram o pesadelo do consumidor – especialmente quando se tem poucos itens à mão, mas precisa esperar alguém que está à sua frente com um carrinho cheio ser atendido. O Self-Checkout (terminal de autoatendimento) veio para resolver esse problema, permitindo que o próprio cliente registre as suas compras e realize o pagamento – geralmente com cartão de crédito – sem necessidade da intermediação de um operador de caixa. Como resultado, são obtidos maior agilidade e fluidez no trânsito de pessoas na loja, tornando a experiência de compra bem mais agradável.

No Brasil, as grandes redes de varejo foram as primeiras instituições a enxergar o potencial do Self-Checkout e a empregá-los com sucesso. Os principais aeroportos do País também adotaram sistemas de autoatendimento (nesse caso, chamados de Self-Check-in) com resultados igualmente expressivos e aprovação dos usuários. A tendência agora é que pequenas e médias redes de varejo também implantem o Self-Checkout como forma de obter um diferencial em relação à concorrência. O avanço tecnológico e a entrada de novos fornecedores de soluções no mercado têm contribuído para reduzir os custos com investimento inicial, o que torna a solução bastante acessível.

Os usuários do Self-Checkout representam uma nova geração de consumidores que não se intimidam com tecnologia e frequentemente elogiam a redução no tempo de espera (que pode chegar a 30%) e a facilidade para operar o sistema, tornando-os verdadeiros protagonistas do processo de compra. Os varejistas são beneficiados pela redução de custo fixo com mão-de-obra e liberação de espaço físico na loja, já que o Self-Checkout ocupa em média apenas 1/3 do espaço de um terminal tradicional. Com essas e outras vantagens garantidas, não é de se admirar que o Self-Checkout seja uma das tendências mais relevantes do varejo atualmente, pois tempo é dinheiro.

Por Mauricio Reale – Gerente de Tecnologia da Próton Sistemas

PRÓTON SELF-CHECKOUT

Você gostaria de oferecer uma experiência inovadora aos seus clientes e ainda obter uma redução de custo operacional dentro de sua loja? Apresentamos para você o PRÓTON SELF CHECKOUT.

Com as tecnologias atuais os consumidores estão cada vez mais exigentes e em busca de mais autonomia. A tecnologia de Self-Checkout desenvolvida pela PRÓTON SISTEMAS entrega ao consumidor esta nova experiência de consumo de maneira prática e eficiente.

O PRÓTON SELF CHECKOUT produzido pela Próton Sistemas, é o primeiro a ser desenvolvido na Bahia e já pode ser experimentado nas Lojas Le Biscuit do Salvador Shopping, em Salvador e da Avenida Getúlio Vargas em Feira de Santana. A Le Biscuit é a primeira empresa a usar o Self-Checkout no interior da Bahia.

 

Para saber mais sobre essa tecnologia, entre em contato!

PRÓTON SISTEMAS

Rua Barão do Rio Branco, 1.137 Edf. Clilab – 2 º andar
Centro – Feira de Santana- Ba
Tel.: 55 75 2101-3744
E-mail: proton@protonsistemas.com.br

Compartilhar
Seja o primeiro a comentar

Postar um comentário