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O INVENTÁRIO FISCAL do seu estoque não é assunto para 1 vez no ano.

O INVENTÁRIO FISCAL do seu estoque não é assunto para 1 vez no ano.

Por Paulo Rios – Diretor de Sistemas da Próton

Como um indivíduo que, a cada início de ano acompanha as dificuldades vividas pelos responsáveis fiscais das empresas no atendimento das informações dos inventários prestadas às secretarias estaduais da fazenda, gostaria de colocar alguns pontos que aliviem o peso desta atividade para estas pessoas.

Inicialmente, conceituo inventário como sendo o procedimento de contagem física dos estoques e os respectivos ajustes das diferenças no seu sistema de controle de estoques.

Caso não houvesse ajustes, teríamos a empresa que pedimos a Deus, onde os processos são todos perfeitos, as pessoas não erram, não existe delitos, etc.  Mas conscientes que somos da nossa fria realidade, sabemos que no cotidiano de uma gestão de estoques, itens somem e aparecem inexplicavelmente e só percebemos quando fazemos a contagem física, resultando na necessidade de ajustes em nossos sistemas.

E é aí, nos momentos dos ajustes no sistema, que surge o que chamo de inventário fiscal. Sob a ótica da autoridade fiscal, o estoque fiscal é obtido por uma posição inicial de estoque mais as entradas e saídas de itens registradas em notas fiscais, não havendo a possibilidade de ajuste por diferença encontrada em contagem, sem o respectivo registro em nota fiscal.

Considerando a minha experiência onde boa parte das empresas que me relaciono não costuma emitir as notas fiscais dos ajustes, temos 2 posições na empresa:
– o inventário físico, que corresponde às quantidades contadas e ajustadas as diferenças no estoque
– o inventário fiscal, que reflete apenas o saldo dos estoques apurados pelo seu sistema fiscal

Estas divergências entre o inventário físico e o fiscal quando não tratadas rotineiramente são o motivo da dificuldade que citei no início deste texto. Normalmente são demonstradas ao encarregado fiscal, acompanhadas de um auto de infração pela autoridade fiscal e com um tempo para apuração e defesa muito curto.

Como não desejamos sofrimento ou, caso ocorram, sejam mínimos, estabeleça uma rotina mensal (ou no máximo bimestral) de confronto dos itens com divergência entre os inventários fiscal e físico. Quanto mais recente uma divergência for identificada, mais facilmente é resolvida.

Envolva o seu contador, pois o valor do seu inventário fiscal tem de ser coerente com os valores apurados no balancete mensal.

Vamos evitar sofrimentos e sobressaltos. Abraços e sejamos felizes o ano todo.

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